
Este año la Festa do Avante! cumple su 50 edición. En ocasión tan especial el PCPE contará con una nutrida representación política y un amplio equipo de trabajo. Como en años anteriores desde Unidad y Lucha hemos preparado una edición exclusiva en portugués y durante los próximos días, durante el desarrollo de la festa, os daremos a conocer los artículos de este 2026.
Porque sim, porque as e os comunistas temos um objetivo claro: a tomada do poder. Não enganamos ninguém nem andamos com meias-tintas, a tomada do poder é o objetivo de qualquer revolucionária que entende que uma mudança de paradigma social requer o aparato do Estado para poder defender as conquistas do socialismo.
A tomada do poder do Estado é o objetivo, a pergunta é como alcançamos nossa meta e se as e os comunistas podemos alcançar essa meta por nós mesmos. A resposta não é simples, assim como o objetivo proposto.
Desde o PCPE, entendemos que não existem atalhos possíveis sem sujar as botas de barro nas frentes de massas, acumular forças, coordenar com inteligência política nossas alianças levantando uma ampla Frente Operária e Popular pelo Socialismo (FOPS) liderada pela classe operária e dirigida pelo PCPE, gerar cada vez mais referentes de luta entre nossa militância e organizar espaços de participação e de tomada de consciência da nossa classe.
Sob essas premissas e tendo em conta as aspirações legítimas do povo e suas necessidades (inalcançáveis no sistema capitalista), o PCPE lança a campanha central: “Paz, teto e trabalho! Organizemos a resistência, a sua luta decide!”.
Paz, teto e trabalho são consignas necessárias que nos permitem armar ideologicamente a classe operária e os setores populares, e torná-los partícipes dum processo revolucionário no qual as massas serão as protagonistas e não a militância comunista.
Vivemos um momento histórico determinado pelo esgotamento dum sistema criminoso que nos arrasta à desaparição como espécie. Não há alternativas possíveis a tomar partido nesta luta pela dignidade e pela sobrevivência da classe operária.
Paz, teto e trabalho!
Javi Ortega












